Segundo a companhia, o Opus 5.5 também exige menos capacidade computacional para ser operado. Em cargas de trabalho típicas e nas configurações padrão, o custo de operação para a empresa é cerca de 40% menor do que o modelo anterior.
A companhia afirmou ainda que o novo modelo gera respostas mais rapidamente do que o Opus 5 e apresentou uma escrita mais clara nos testes.
A desenvolvedora de IA pretende ampliar a família 5.5 com novas versões do Claude Sonnet e do Haiku nas próximas semanas.
Anthropic busca mais eficiência antes do IPO
A Anthropic busca desenvolver softwares de inteligência artificial mais avançados e eficientes em termos de custo enquanto disputa clientes com a OpenAI, o Google, da Alphabet, e uma longa lista de empresas chinesas.
A criadora do Claude deve realizar sua oferta pública inicial de ações já neste outono no Hemisfério Norte, enquanto a rival OpenAI deve esperar até o próximo ano.
O Opus 5.5 também é o primeiro novo modelo lançado desde que Dario Amodei, CEO da Anthropic, pediu que o setor apoiasse uma desaceleração no ritmo de desenvolvimento da IA.
Na ocasião, Amodei afirmou que sua empresa adotaria novas medidas de segurança, incluindo avaliações realizadas por terceiros. As iniciativas vieram depois de uma intensificação dos alertas, dentro e fora do Vale do Silício, sobre possíveis riscos catastróficos associados à inteligência artificial.
A Anthropic afirmou que o Opus 5.5 foi testado antes do lançamento por organizações externas, entre elas METR e Frontier Design.
A empresa também está adotando salvaguardas semelhantes às usadas em seu modelo mais poderoso, o Fable, com o objetivo de limitar aplicações consideradas mais arriscadas nas áreas de cibersegurança e biologia.
