Antes do início da nova estrutura, as equipes comerciais das duas empresas realizaram treinamentos conjuntos para viabilizar a transição.
O movimento amplia a integração comercial já existente entre as companhias. Em 2023, foi a Avianca quem assumiu a gestão comercial da Gol na Colômbia, Equador, Chile, Bolívia, Peru, América Central e América do Norte. Agora, o caminho se inverte: no Brasil, é a Gol quem passa a representar comercialmente a Avianca.
O que muda para o passageiro
Para o consumidor brasileiro, a mudança está concentrada na forma como os voos e produtos da Avianca são comercializados no país, e não na operação das aeronaves.
A Gol passa a atuar na relação da Avianca com agências de viagens, clientes corporativos e outros parceiros comerciais. A operação dos voos continua sob responsabilidade da Avianca.
Atualmente, a Avianca opera 56 voos semanais no Brasil, conectando São Paulo (GRU), Rio de Janeiro (GIG), Manaus e Belém ao seu hub em Bogotá, na Colômbia.
A partir da capital colombiana, os passageiros têm acesso a 80 destinos nas Américas e na Europa. Por meio da rede da Star Alliance, a oferta chega a mais de 1.150 cidades em todo o mundo.
Com a nova estrutura, essa oferta passa a ser representada comercialmente pela equipe da Gol no mercado brasileiro.
Além da representação comercial da Avianca, a Gol mantém sua própria malha, com 66 destinos domésticos e 23 internacionais, presença em 13 países e média de cerca de 700 voos diários distribuídos em 207 rotas.
Na operação internacional de longa distância, a Gol já voa para Nova York (JFK). A rota para Lisboa tem início previsto para 16 de setembro, enquanto Paris (CDG) e Orlando também constam nos planos de expansão internacional da companhia, ainda sem datas de início divulgadas.
Os voos de longa distância partem do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, utilizado pela Gol como hub internacional.
