Segundo o Fleury, a receita operacional bruta das sociedades nos últimos 12 meses encerrados em maio de 2026 atinge R$ 65 milhões.
O valor da compra foi calculado pelo enterprise value, que soma o montante das ações à dívida líquida da empresa adquirida, e ainda pode passar por ajustes e retenções previstos em contrato.
Pelo preço acertado, a empresa foi avaliada em 0,85 vez a receita bruta dos últimos 12 meses e em 4,3 vezes o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) do mesmo período. Considerando as sinergias esperadas, o múltiplo sobre o Ebitda cai para 3,5 vezes.
A operação não precisa ser aprovada em assembleia de acionistas. Por isso, eles não terão direito de recesso, mecanismo que permite ao acionista que discorda de uma operação vender suas ações à companhia.
Um dos maiores grupos de laboratórios de diagnóstico médico do país, o Fleury é dono das marcas a+, Hermes Pardini e Inlab.
Como o Fleury se movimenta
O Fleury tem reforçado os investimentos em medicina diagnóstica, com foco em tecnologia e digitalização. Entre as iniciativas está a ampliação do agendamento 100% virtual, que melhora a experiência do paciente e reduz custos.
Em novembro de 2025, anunciou a compra do GIP Medicina Diagnóstica, controlador da rede Femme, especializada no atendimento à mulher, pelo valor estimado à época de R$ 207 milhões. O negócio foi concluído em maio deste ano.
Em março, o grupo se juntou à Porto nas negociações com a Oncoclínicas para criar uma nova companhia com a rede de clínicas oncológicas, que teria até R$ 2,5 bilhões em dívidas e passivos. As conversas, porém, foram encerradas sem acordo.
O setor de saúde privada vive um momento de contrastes. Grupos como Rede D’Or, Dasa, Fleury e Porto ampliam investimentos e lideram a consolidação, enquanto outros, como Hapvida, Oncoclínicas e Alliança Saúde, enfrentam crises financeiras.
Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.
