Manaus

Fim da escala 6×1: veja impactos no comércio e no Polo do AM

Debate nacional sobre redução da jornada mobiliza trabalhadores do Polo Industrial e comerciantes do Centro de Manaus.

Por · 20:25 1 min de leitura
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Instalações industriais e fábricas do Polo Industrial de Manaus.
José Serra visita a linha de montagem da Honda em Manaus. Amazonas, 20/08/2010 - Foto Marcos Brandão/ObritoNews

A discussão nacional sobre o encerramento da jornada de seis dias de trabalho por um de folga encontrou forte eco nas discussões sindicais e empresariais no Amazonas. Em Manaus, onde o Polo Industrial (PIM) e o setor varejista concentram centenas de milhares de empregos diretos e terceirizados, a eventual alteração constitucional traria mudanças profundas na organização dos turnos de produção e na rotina das famílias.

Repercussão nas indústrias e lojas da capital

Entidades do setor produtivo e sindicatos de classe do Amazonas acompanham com atenção cada movimentação em Brasília:

  • Fábricas da Zona Franca: Embora grande parte das multinacionais do PIM já adote regimes de turnos flexíveis, linhas contínuas de montagem precisariam de readequação de escalas.
  • Comércio e Serviços de Rua: Lojistas do Centro de Manaus e shoppings temem elevação nos custos de folha de pagamento caso precisem contratar equipes de revezamento.

Sindicatos laborais destacam que o trabalhador amazonense gasta em média duas horas diárias no transporte público, tornando um dia adicional de descanso essencial para a convivência familiar.

O que o trabalhador manauara deve acompanhar

A tramitação ainda está em fase inicial no Congresso Nacional, o que significa que as normas trabalhistas vigentes permanecem inalteradas até uma eventual aprovação em dois turnos em ambas as Casas legislativas.

REDACAOMAO
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Redação A Notícia 24H.