A NeoSpace, que foi fundada em 2023, desenvolve modelos que ajudam a identificar padrões e conexões complexas em grandes bases de informação, disse o banco. O Itaú é cliente da startup e liderou uma rodada de investimento de US$ 18 milhões no começo de 2025. Agora, vê os modelos da NeoSpace como uma forma de personalizar o atendimento ao cliente.
O Itaú tem feito altos investimentos para modernizar plataformas em um momento em que o setor financeiro brasileiro busca manter-se em pé de igualdade com um desenvolvido setor de fintechs.
O banco unificou diferentes aplicativos em uma única plataforma em 2024 diante da migração dos clientes do atendimento físico para o digital, e também em busca de oportunidades para ampliar o relacionamento com clientes que usam apenas um produto.
A investida tem o objetivo de ampliar o acesso do banco a dados que podem ajudar na análise de risco dos clientes, mas também o de assegurar que os clientes usem o banco de forma mais ampla, um movimento que bancos e fintechs têm feito no mundo todo diante da intensificação do cenário competitivo.
O banco fez outras aquisições em tecnologia na última década. Em 2019, fechou um acordo de compra da Zup, startup que também foi fundada por Pierobon e que fornece serviços de integração de sistemas mais novos a estruturas legadas.
